Questão Q220
Ver mais questõesA tradução de papiros demóticos e gregos têm revelado a participação feminina na administração de bens familiares, compra e venda de propriedades, supervisão do gado, em atividades comerciais, contratos de divórcio, heranças e disputas judiciais. Há registros de egípcias ocupando cargo de escriba na administração (exceto no Novo Império, onde todo serviço real era realizado por homens). Mais raro é encontrar mulheres na alta administração do Estado, apesar de se conhecer uma ministra feminina de nome Nebet, durante o reinado de Pepi I (2289-2255 a.C.), da 6ª Dinastia. A próxima só surgiria na 26ª Dinastia (664-525 a.C.).
Egípcias médicas eram mais comuns. Peseshet, que viveu durante a 4ª Dinastia (2500 a.C.), foi a primeira mulher médica conhecida da história. Recebeu vários títulos, incluindo o de “chefe dos médicos” e pode ter sido associada à escola do templo em Saís e, inclusive, foi médica pessoal do faraó. Antes dela, há menções a Merit-Ptah como médica, da 2ª Dinastia (2700 a.C.), embora haja dúvidas quanto à sua existência, uma vez que os registros dessa época estão muito fragmentados.
Fonte: ensinarhistoria.com.br/ (adaptado).
Partindo do texto e de seus conhecimentos, é correto afirmar que o tipo de fonte mais utilizado para o estudo da história das mulheres no Egito Antigo é:
- Ao registro escrito.
- Ba cultura material.
- Co testemunho oral.
- Da arquitetura.
- Ea iconografia tumular.